DE CADA 10, 6 MULHERES MORREM DE INFARTO, PRINCIPALMENTE DEPOIS DA MENOPAUSA.
Dizem os médicos Cardiologistas Roberto Kalil e Otávio Gebara .
As doenças cardiovasculares são o inimigo número um das mulheres. De cada dez, seis morrem de infarto, principalmente após a menopausa. E a maioria não tem consciência disso, pois concentra toda a preocupação em exames ginecológicos, como os de mama e do colo do útero.
Para alertar o sexo feminino sobre os riscos do coração, os cardiologistas Roberto Kalil, que também é consultor e Otávio Gebara, professor livre-docente da Faculdade de Medicina da USP, resolveram falar sobre o assunto. Segundo Gebara, as doenças cardiovasculares matam seis vezes mais que o câncer de mama, por exemplo. E as brasileiras são líderes das Américas em acidente vascular cerebral (AVC): têm três vezes mais o problema que as americanas e canadenses.

Entre os principais fatores de risco das mulheres estão: hipertensão, colesterol, diabetes, obesidade abdominal, sedentarismo, cigarro e interação entre fumo e anticoncepcional (que a partir dos 30 anos pode causar trombose venosa e uma consequente embolia pulmonar). De acordo com o especialista, 90% dos riscos são determinados por esses fatores e pelo estilo de vida, contra 10% da carga genética. Ou seja, é possível mudar esse quadro.
Após a menopausa, o risco aumenta ainda mais: a mulher deixa de ter o corpo em formato de pera e passa a ser “maçã” (veja arte acima). Isso significa que o depósito de gordura abandona as coxas e o bumbum para se concentrar ao redor do abdômen e na parte superior do corpo. Cinturas acima de 80 cm para o sexo feminino e de 94 cm para o masculino já devem acionar o sinal de alerta, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes.
Ao lado do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) – divisão do peso pela altura ao quadrado -, a circunferência da cintura é usada para medir o risco cardiovascular de uma pessoa, pois é simples e de fácil acesso: basta uma fita métrica!
Excesso de comida e bebida pode causar dor de cabeça e de estômago.
Nutricionistas indicam frutas, hortaliças, água e mistura de chá com suco.
Para amenizar os efeitos dos exageros gastronômicos do Natal, nada melhor que uma dieta “desintoxicante”, ou detox. Além de engordar, os dias de comilança e excesso de bebida podem causar dor de cabeça e de estômago, desconforto abdominal, gases e cansaço.
Uma boa dica para desinchar, se livrar do mal-estar e já se preparar para a festa de ano-novo é abusar das frutas, hortaliças, da água e dos suchás, uma mistura de sucos e chás que pode ajudar no funcionamento dos rins e do fígado e, assim, aumentar a eliminação de toxinas.

Segundo as nutricionistas Rosana Raele e Patrícia Bertolucci, o suchá é uma mescla ideal para quem não gosta de tomar chá puro, além de ser refrescante agora no verão. A versão com gengibre é um ótimo anti-inflamatório, antioxidante e ajuda na digestão. O verde, branco, de hortelã, erva-doce e capim-santo são outras boas opções. Mas não ultrapasse três ou quatro xícaras por dia.
O chá verde e o preto devem ser consumidos com ainda mais moderação, pois são ricos em cafeína e podem dar insônia, agitação e irritabilidade. Além disso, cuidado com os chás “laxativos”, como o de sene, que podem irritar a mucosa intestinal e levar à desidratação por diarreia.
Os suchás têm efeito diurético, ou seja, ajudam na desintoxicação do organismo e diminuem a retenção de líquidos. Os rins são os encarregados dessa limpeza, filtrando substâncias que não servem mais e eliminando-as pela urina. Alguns chás também auxiliam na digestão e no trânsito intestinal.
As especialistas destacaram que esse processo de desintoxicação leva de três a quatro semanas e que, para curar a “ressaca” alimentar, não se devem fazer dietas radicais. Após os dias de fartura, portanto, é importante manter o consumo adequado de carboidratos, proteínas, verduras, frutas e gorduras.
Como melhorar a ressaca!
A famosa ressaca nada mais é do que uma leve intoxicação hepática, em que o fígado ficou fragilizado após trabalhar demais para metabolizar toda a quantidade de álcool ingerida.
Para sair desse estado, é preciso deixar o fígado descansar e hidratar o organismo, na tentativa de eliminar as toxinas mais rapidamente. Algumas dicas são:
- Tome muita água, água-de-coco e bebidas isotônicas para repor sais minerais
- Evite o jejum e faça refeições leves
- Ingira produtos integrais (massas, arroz, biscoitos e pães)
- Consuma frutas ou sucos naturais e legumes cozidos
- Aposte nas proteínas (queijo branco, fresco ou ricota) e produtos derivados da soja
- Evite leite de vaca, carnes vermelhas, frituras e gorduras (como manteiga e margarina).
FELIZ ANO NOVO A TODOS!
QUE DEUS OS ABENÇOE GRANDEMENTE!!
CLÍNICA AURA MED
SUA SAÚDE EM BOAS MÃOS!
Entenda as Causas e as Inúmeros Tipos de Dor de Cabeça.
Quase 100% das mulheres e 94% dos homens têm dor de cabeça alguma vez na vida. Raiva, preocupação, falta de dinheiro, excesso de trabalho e privação de sono podem ser algumas das mais de 200 causas.
O problema também pode ser genético, por tensão muscular, tensão pré-menstrual (TPM), barulho, cheiro ou luz forte. Quando intenso, recorrente e acompanhado de outros sintomas, é diagnosticado como enxaqueca, que geralmente vem acompanhada de enjoo, náusea, aversão a luz e som, e visões distorcidas, com flashes e aura colorida.

Um indivíduo deve tomar, no máximo, um analgésico a cada dez dias, totalizando 36 no ano. Alguns exageram na dose, consumindo quase 1,5 mil compromidos por ano.
Na enxaqueca, a cabeça dói apenas de um lado e a sensação é de que ela está pulsando, latejando. Quem tem esse problema se torna mais sensível a interferências químicas e emocionais.
Pode ser por um jejum prolongado ou excesso de café. É como se o circuito elétrico cerebral entrasse em pane: as artérias se dilatam e a dor se torna insuportável.
Cada fator ativa uma área diferente do cérebro. Os hormônios acionam a glândula hipófise; a audição mexe o córtex primário; gosto, cheiro e visão estimulam a região orbitofrontal; e as emoções são respondidas no sistema límbico.
Ou seja, a enxaqueca é o tipo de dor de cabeça mais complicado de diagnosticar, pois o diagnóstico não depende de exames, mas sim, da conversa (entrevista, anamnese) que o médico tem com o paciente durante a consulta. Quanto mais detalhada for a anamnese, maior a possibilidade de um bom diagnóstico.
A maioria das outras dores de cabeça são sintomas de alguma outra doença. Uma vez diagnosticada e tratada essa doença, a dor de cabeça, que era sintoma, desaparece.
Já na enxaqueca, a dor de cabeça não é sintoma de nenhuma doença. Ela é a própria doença!